segunda-feira, 11 de junho de 2007

Judeus – Quem há de compreendê-los?

Eis que no país em que moramos surge uma incrível vontade de explorar o assunto que parou o mundo em 5 de Setembro de 1972. Motivações? Com certeza temos. Estamos às vésperas da estréia dos jogos pan-americanos no Rio de Janeiro, lógicamente há diferença entre a grandiosidade de cada evento e não faltariam histórias sobre as edições passadas, seja para congratulações ou simplesmente para açoitá-lo. Ontem saiu no fantástico uma matéria sobre “O massacre de Munique” em Setembro de 1972, quando 8 terroristas palestinos invadiram o alojamento dos atletas de Israel, fazendo-os de reféns. A incompetência da polícia alemã foi além de qualquer compreensão, houve uma invasão no telhado do alojamento, logicamente acompanhado pela massa expressiva da imprensa que filmava tudo enquanto a polícia realizava a invasão do prédio. O que eles esqueceram foi que os alojamentos tinham aparelhos de televisão e que os terroristas poderiam acompanhar tudo enquanto a operação era desencadeada. Os terroristas alertaram que se não saíssem do telhado, os policiais e os peritos do instituto médico legal teriam que voltar ali, somente para retirar restos de corpos. Então com o poder da situação em mãos, pediram um helicóptero para irem até o aeroporto, para fugirem com segurança, além de pedir a libertação de prisioneiros árabes antes de sua retirada. A polícia alemã montou uma emboscada, outra tragédia da ignorância humana. Policias que não estavam preparados trabalhando em uma operação que seria de precisão cirúrgica. Primeiramente disfarçaram agentes de piloto e co-piloto, mais 1 ou 2 agentes de comissários, para que abatessem os terroristas logo quando entrassem no avião. Despreparados e com medo, os policiais saíram do avião alegando que aquilo seria uma missão suicida. Ao se depararem com o avião vazio, os terroristas desceram as escadas gritando aos seus companheiros que haviam sido envolvidos em uma emboscada, logo atiraram em todos os reféns, fazendo o helicóptero pegar fogo, carbonizando-os. Após isso 5 atiradores de elite abateram 5 dos 8 terroristas, os outros 3 foram capturados e separados por prisões do país para que não pudessem se comunicar. O fracasso da polícia alemã resultou na morte de 9 atletas israelenses.

A IRA DO MOSSAD

Até agora nada proferi sobre judeus, apenas fiz menção aos que morreram, correto? Aí entra o MOSSAD. O Mossad nada mais é que o serviço secreto do governo de Israel. É acionado diretamente pelo primeiro ministro. O serviço secreto de Israel, Mossad, foi acionado após a comoção dos fatos decorridos do massacre de Munique. A primeira ministra Golda Meir deu ordens expressas de que o Mossad deveria intervir no caso. E assim foi feito. Na operação chamada de “Cólera de Deus”, foram perseguidos e assassinados 32 envolvidos no massacre de Munique, muito diferente dos judeus passivos que morreram, e se entregaram ao nazismo, o Mossad mostrou sua força e esquartejou o grupo terrorista. O desencadeamento da operação também resultou em uma injustiça, a morte de um garçom que fora morto por ser confundido com o líder do grupo terrorista. O Mossad também foi responsável anteriormente pelo seqüestro do criminoso de guerra, Adolf Eichmann com a ajuda do “caçador de nazistas” Simon Wiesenthal.
Eichmann fora levado secretamente até Israel onde fora julgado e sentenciado a morte por enforcamento, morrendo em Tel Aviv.

OSCILAÇÃO TENEBROSA

Poucos param e se dão conta do que realmente aconteceu. Como em poucas décadas um povo pacífico que costumava apaziguar todas as situações, começará a exterminar de maneira agressiva e secreta todos os seus algozes. Um povo pacífico, não só um povo, não só uma religião, mas um estado, uma comoção, um verdadeiro agrupamento de pessoas que cansaram de opressão e repressão. O Mossad é o instrumento que eles usam para defesa dos seus próximos, talvez mais inteligentes do que a própria KGB, CIA, FBI, SCOTLAND YARD. Muito mais frios, bem mais calculistas. Hoje é fato que devemos temer a ira dos judeus. Não brinquemos com os apaziguados, porque deles vem a consciente vontade de destuir aqueles que furtaram a sua paz.